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Novo ministro detalha metas para comunicações

Em coletiva, Paulo Bernardo discorreu sobre marco regulatório, Plano Nacional de Banda Larga, Correios e incentivos à produção de bens de informática

Foto: Reprodução

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, recebeu jornalistas em seu gabinete para uma entrevista coletiva, segunda-feira 3, em que detalhou os principais tópicos que serão de responsabilidade da pasta em sua gestão.

Sobre o novo marco regulatório do setor de comunicações, o ministro informou que participou de várias reuniões sobre o assunto. Apesar de ainda não ter tido acesso ao documento final produzido pelo ex-ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, ele disse que considera “razoavelmente informado sobre o projeto”. E concluiu: “nós vamos caminhar para colocar em consulta pública, fazer um grande debate”.

A respeito da criação de uma agência reguladora, o ministro disse que não tem posição definida, mas mencionou que duas alternativas estão em discussão: uma agência única ou duas agências. Também afirmou que vai criar uma secretaria específica para coordenar as iniciativas federais de inclusão digital, hoje distribuídas em 17 ministérios. Essa coordenação foi um pedido da presidente Dilma Rousseff.

Sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o ministro Paulo Bernardo pretende acelerar a implantação das metas para universalizar o acesso, em velocidades de 512 Kbps e 1 Mbps. Para a popularização do serviço, o ministro afirmou que vários estados querem discutir a desoneração de ICMS sobre a banda larga para permitir um maior acesso da população, mas ressaltou que é necessário antes conversar com as operadoras.

Perguntado sobre a expectativa em relação à nova direção dos Correios, Paulo Bernardo afirmou que teve a preocupação de reunir uma nova diretoria selecionada por critérios técnicos, com experiência de gestão. “Nós queremos uma diretoria coesa, que trabalhe junto”, destacou.

Paulo Bernardo lembrou que os Correios, em termos de credibilidade, só perdem para a igreja e os militares. Admitiu que os Correios têm deficiências, como a falta de pessoal, e que a empresa necessita de modernização tecnológica, de investimentos para melhorar a qualidade dos serviços, mas não considera esse um trabalho difícil.

Fonte: Ministério das Telecomunicações    |    Data: 04/01/2011 11:29:55    |    Nenhum anexo para essa publicação


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